Literatura Fantástica



Este é um recanto onde podemos nos aventurar pelos caminhos da literatura de fantasia. Fale de seus livros prediletos, divulgue seus textos, divida notícias e fique sabendo sobre uma série de promoções. Se você gosta de uma boa história de ficção, este é o seu lugar!

Registre-se e se junte a nossa comunidade!

Tudo o que você precisa saber sobre literatura de fantasia. Muitas notícias, discussões e promoções. Participe!


    [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Compartilhe
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qui Abr 29, 2010 12:13 am

    Pessoal, com a autorização do Leonardo, estou abrindo esse tópico para postar as novidades sobre a construção do meu livro. Espero que gostem... Smile


    Sinopse


    Diversos acontecimentos da vida cotidiana afastam o homem da sua verdadeira essência. As conquistas alcançadas, todavia, prometem amenizar a dor das decepções. Mas, como nem sempre a realização dos sonhos almejados é suficiente para preencher o vazio adquirido através das próprias escolhas, para muitos chega o ponto em que geralmente a saída se torna a fé.

    Entre a Fé, a Razão e o Coração é um livro que expõe os conflitos vividos por uma jovem violinista cristã que, tendo abandonado a sua fé para seguir seus sonhos e alcançar seus objetivos, descobre não estar seguindo o verdadeiro sentido da sua existência. Ela decide recobrar a sua fé e logo volta a ser pressionada pelos anseios da vida, envolvendo-se numa relação complicada, intrigante e, ao mesmo tempo, apaixonante.

    Uma escolha a fazer entre a razão e o coração não é fácil, entretanto, decidir sobre eles quanto à fé parece tornar-se impossível.



    Prólogo


    Outubro de 2009, Aeroporto Internacional de Congonhas. Outra vez, estou aqui sentada num desses bancos de espera. Eles nunca são frios, não tanto quanto minhas mãos suadas e quase escorregadias. Viagens longas sempre me deixam desse jeito. Alguém diz o meu nome, olho pro lado e vejo meus colegas conversando a menos de dois metros, e rindo, satisfeitos por mais essa conquista. Eu não consigo sorrir.

    Espero a chamada do meu voo, ansiosamente. Tanta coisa me aconteceu nesses últimos dias... Quero entrar logo no avião e tentar dormir. Talvez eu esqueça um pouco da minha realidade. Suspiro, já estou com saudade. Toda vez é assim! Genebra fazia doer as lembranças de Salvador, depois, foi o inverso; agora, é São Paulo que rouba a cena.

    Volto ao cartão de embarque e confiro o número do voo. Status: confirmado. Primeira chamada, uma fila enorme se forma à frente do boarding gate. Penso em me levantar, mas espero. Viagem internacional, carrego apenas uma bolsa pequena, posso aguardar até a multidão se desfazer. Tento me recostar no banco, nada parece confortável. Sabe quando você sente que está sendo observado? Viro instantaneamente à esquerda e sinto um borbulhar no estômago. Lá está ele, de boina e óculos escuros, como quem quer se disfarçar; e isso não é possível.

    Levanto feito uma tonta e vou ao encontro do Michael Schoeffling brasileiro. Acelero os passos, a fim de maquiar minha respiração ofegante. Ele sorri e me beija sorrateiramente. Isso não deveria acontecer, mas seguro com força as mangas da sua camisa. Quem sabe ele me impeça de partir... Só que o beijo não dura mais de seis segundos. Eu reclamo. Estamos passíveis a mais uma fofoca nacional, e o homem mais famoso que conheço está fazendo ceninha romântica na frente de umas cento e cinquenta pessoas.

    Que sorriso mais lindo! Ele me puxa e eu vou. O status do voo continua o mesmo, embarque imediato, temos alguns minutos. Paramos num ponto estratégico, ainda vejo o portão de embarque, Davi Graton e Jin Joo estão rindo, falta um pouco para a última chamada. Mais um beijo daqueles! Será que não podemos conversar? Como se fosse isso que eu realmente quisesse... Ele me entrega uma almofada abraço colorida, com uma frase escrita na mãozinha: “Te adoro do jeitinho que você é.” Que cafona, penso; que romântico, rebato.

    O status do voo mudou: última chamada. Quero dizer alguma coisa que não seja ‘você está equivocado quanto a nós dois’, mas não posso. A quem estou querendo enganar? Ele pede um último abraço, eu cedo, e não nos beijamos mais. Dou-lhe as costas friamente, menos de cinco pessoas aguardam para entrar no boarding gate.

    Respiro fundo, estou de volta ao meu lugar. Viajarei ao lado de Camila Yasuda, ela também estudou em Genebra, uma ótima companhia. Olho para trás, Michael Schoeffling ainda está lá e me fita com ar de saudade e esperança. Quem poderia resistir? Vou ao seu encontro outra vez, corro. Paro à frente dele e o tranquilizo com um leve sorriso. Puxo o anel que tenho na mão direita, a coisa mais valiosa que carrego comigo, e lhe entrego. A gente se beija rapidamente, e ele me diz: vê se não me esquece. Dou um risinho apressado, tenho uma turnê para cumprir. Saio correndo, agora, em direção ao boarding gate. Deixo São Paulo do mesmo jeito que deixei Salvador há treze anos. Sigo viva, e sem coração.




    1 - A Transformação


    Três coisas que me deixavam arrepiada: elevadores, gente mentirosa e estacionamentos vazios. Olhei mais uma vez no retrovisor, meus olhos estavam miúdos e as olheiras marcadas denotavam o acúmulo das noites perdidas. Se alguém me fitasse com atenção, certamente perceberia o quanto eu tinha chorado. Voltei ao retrovisor pela milésima vez, sabe quando a gente olha sem ter ideia do que procura? Era assim que eu me sentia.

    Quase trinta minutos me arriscando parada num estacionamento. Morar em São Paulo era muito diferente do que eu imaginava, não tinha ninguém da família por perto, nem meus melhores amigos, exceto por Bárbara, minha sócia na empresa, e tudo era tão corrido, que eu mal conseguia enxergar os reflexos da minha própria vida.

    Trabalho, a melhor coisa que eu tinha conquistado, mas ali, uma pergunta: pra quê? Tantas pessoas passaram pelo meu caminho... Onde estavam as melhores companhias? Não tinha mais ninguém. Um passado de inteira dedicação ao violino, sem ele eu jamais seria quem sou, bem como sem o apoio dos meus pais; viagens, concursos, namorados, conquistas, festas e solidão. Olhei de novo no retrovisor... Cadê meu marido, meus filhos, minha felicidade? Não havia nada que valesse a pena, que me fizesse resistir.

    Que susto! Um rosto sorridente e três batidas tímidas no vidro do meu carro. Em meus quase quatro anos naquela cidade, eu nunca tinha sido assaltada; simplesmente, gelei. Ele bateu de novo e sorriu ainda mais, que garoto esquisito...

    - Bom dia - ele articulou, fazendo caras e bocas do outro lado do vidro. Foi engraçado, admito, se eu não estivesse tão deprimida, teria dado uma boa gargalhada.

    Baixei o vidro.

    - Que é?

    - Bom dia, aliás, boa tarde, né? - o vi sorrir de novo, quantos anos ele teria? Dezessete, vinte? - Pra você.

    Panfletagem, só isso. Tchau, brigado, viu?, ele disse e foi saindo com um andar super desengonçado, quase caipira, infantil. Fiquei distraída, e quem não ficaria? Aqueles foram os cinco segundos menos angustiantes do meu dia. O garoto cruzou a esquina e desapareceu, meu mundo escuro retornou. Olhei o papel na minha mão, um simples folhetinho evangélico. Até aqui, dona Laura?, resmunguei e amassei a literatura sem hesitar.

    &&&

    Laura conhecera uma igreja evangélica e, mesmo contra a vontade do marido, Marco Antonio, passara a frequentar as reuniões, levando consigo os dois filhos, Tiago e Christina. Aquela era uma igreja pequena, humilde e de poucos membros. Talvez por isso tenham se envolvido tão rapidamente com as outras pessoas. Seu filho mais velho, tímido e de caráter introspectivo, surpreendendo a todos, foi o primeiro a ser inserido nas atividades da singela comunidade cristã. Logo, e sem acanhamento, manifestou suas maiores habilidades.

    Estando no início da adolescência, Tiago demonstrava verdadeira paixão pela música. Para ele, poder expressar a sua vocação daquela maneira parecia uma oportunidade realmente valiosa. Naquela época, Christina tinha cerca de dez anos. Já sendo estudante aplicada de violino, por influência do irmão, constantemente recebia convites para tocar na igreja aos domingos, o que fazia sem muito prazer, apenas em obediência aos incentivos da mãe.

    Daquela forma, os anos foram se passando e toda sua família terminou se habituando ao novo modelo de vida. Até mesmo Marco Antonio, antes cético, havia se rendido aos apelos da persuasiva esposa recém-convertida à nova religião. Christina, não diferente do pai, quem menos apoiava o novo costume, forjando uma capa, também se transformara em cristã. Mas seu coração juvenil ardia num desejo incessante de ser como a maioria das jovens de sua idade; queria frequentar festas, bares e arrumar namorados. Longe dos olhos da família e das pessoas da igreja, era isso que fazia, mudava seu proceder. Convencida de que aquela seria a melhor maneira de expressar a sua verdadeira personalidade, sustentou tal comportamento durante muito tempo; encontrou apoio na rotina da sua própria vida.

    Aos dezesseis anos, partira para o Conservatoire de Musique de Genève¹, na Suíça, onde passara quatro anos estudando violino sob a orientação de Corrado Romano. Retornando ao Brasil, ingressara na graduação em Composição e Regência pela UFBA, Universidade Federal da Bahia. Estudara ainda com Elisa Fukuda, Diretora Artística da Camerata Fukuda, e, em seguida, fora aprovada numa ambicionada seleção de violinistas. Todos da sua família, de certa forma, aguardavam por um acontecimento daqueles em sua vida; eles sabiam que trabalhar numa grande orquestra era um dos seus maiores sonhos. Ela havia se preparado por muito tempo. Durante os primeiros anos da adolescência, fizera cursos com violinistas reconhecidos no Brasil e até mundialmente; além de intercâmbios pela América do Sul, Estados Unidos e Alemanha, onde participara de incontáveis masterclasses. Sob grande dedicação, conseguira vencer alguns concursos dentro e fora do país. Seu esforço era notável e ninguém ousava duvidar, Christina certamente estaria disposta a pagar o preço que fosse necessário, a fim de ter o seu sonho realizado: trabalhar na OSESP, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e garantir sua plena independência.

    Mudou-se definitivamente de Salvador, sua cidade-natal, para São Paulo em junho de 2005. Enfrentou as dificuldades do primeiro ano na OSESP, que lhe ensinou a ultrapassar limites. Assumiu a liberdade de quem responde por si e carregou com pesar as consequências dos seus erros. Dois anos passados, mesmo realizada profissionalmente, pôde enxergar o quanto se afastara da realidade que tinha idealizado.

    &&&

    Parada no estacionamento, cansada de reclamar intimamente das minhas questões e de refletir com pesar sobre aquilo que antes eu consideraria a trajetória perfeita, achei melhor ignorar meus pensamentos. Aquela seria a minha última chance, levaria a rotina à risca, sem falhas, como todos os dias. Pensei um pouco em tudo que havia acontecido na noite anterior e respirei fundo. Estava ficando tarde, e eu tinha que prosseguir, apenas mais uma vez...

    Desci do carro e, embora não estivesse com a mínima vontade de comer, resolvi almoçar. Caminhei devagar até a entrada do Restaurante A Francesa e, quando entrei, tive a mesma sensação de todos os dias: as pessoas eram estranhas demais. Acompanhadas ou sozinhas, elas sempre sorriam, olhavam no relógio, atendiam ao celular ou conversavam, mesmo com quem não conheciam; eu não era assim.

    Passei pelo lavabo e fui direto ao buffet, pra que lavar as mãos antes de uma inútil e forçada refeição? Escolhi rapidamente o que comeria e me sentei à mesa de cara fechada. Não sabia como havia chegado àquele ponto, apenas sentia as lembranças massacrarem meu coração. Tentei focar no prato, talvez comer um pouco terminasse me ajudando, mas, de repente, um barulho irritante me chamou a atenção. Era uma jovem de cabelos loiros e compridos que ria freneticamente, distraída em seu notebook uma mesa atrás de mim. Olhei tudo em redor. Fui notada? Claro que não, o mundo inteiro só tinha olhos pros seus próprios interesses. Torci a boca e, aborrecida, balancei a cabeça; eu não podia mais continuar. Afastei a cadeira para me levantar e terminei esbarrando no refrigerante.

    Droga!, resmunguei, que mais de ruim poderia me acontecer? Nada. Um garçom se apressou a me ajudar, me entregando um guardanapo de linho e limpando a mesa com sua flanela branca. Me desculpe, sussurrei encabulada, porém não recebi qualquer resposta. O jovem esquisito me fitou nos olhos e sorriu. Havia algo diferente em seu olhar, alguma coisa que não me era desconhecida. Fiz um esforço para recordar, tentar entender de onde conhecia aquele alegre semblante, mas ele logo terminou sua tarefa, abriu um largo sorriso, como se fosse algo automático, e saiu. Aquele andar... Sim, era mesmo familiar, era o andar desengonçado do garoto do estacionamento. Suspirei meio indignada. Como alguém conseguia ser tão feliz?

    &&&

    Lembrei do folheto. Minha mente estava mergulhada em pensamentos ruins, mas resisti. Queria apenas um sinal, uma luz no fim do túnel, e talvez fosse exatamente aquilo que o garoto tivesse trazido. Levantei depressa, paguei a conta e retornei ao carro. Abri a porta e olhei em todas as direções, como para saber se havia alguém suspeito por ali. Foi então que eu sorri pela primeira vez naquele dia. Era mesmo irônico, há menos de vinte minutos, não me importaria de ser assaltada.

    Entrei no carro, bati a porta e fui direto à caixinha de lixo, puxei o último papel que havia amassado, o bendito folheto evangélico, e li o artigo bíblico com avidez: desespero, tranquilidade; tristeza, alegria; depressão, felicidade; desesperança, fé; apatia, vivacidade; desejo de morte... Suspirei outra vez. Precisava mesmo acertar as contas com minha fé; mas, tinha que ser justamente daquele jeito? Pouco importava como seria, era a minha última chance, o meu último dia, não custava tentar fazer o que quer que me mandassem, eu nada teria a perder.

    Não mais hesitei, liguei o carro e parti até o local descrito no final da literatura. Avenida São João, 791, próximo à esquina com a Avenida Ipiranga, uma conhecida congregação cristã, a Igreja Internacional da Graça de Deus, que ficava bem perto dali. Foram apenas alguns minutos de trânsito. Estacionei do outro lado da rua, no local que antes havia sido um posto de gasolina, e esperei. Os pensamentos negativos retornaram e eu senti vontade de desistir. Estiquei o braço até a chave do carro, porém me lembrei do sorriso daquele rapaz desengonçado.

    “Eu já tô perdida mesmo...”

    Saí rapidamente, antes que pudesse retroceder, e atravessei a rua. Enquanto pisava nas listras da faixa de pedestres, sentia como se estivesse presa num lugar onde havia apenas o som dos meus próprios pensamentos, uma bolha de chumbo invisível e pesada de se carregar. Mesmo assim, continuei, fui me arrastando aos poucos, e os segundos que levei para chegar à igreja pareceram uma eternidade. Então, foram as pessoas. Muita gente ia entrando comigo, eu tinha chegado exatamente na hora da reunião. Quando, enfim, cheguei à entrada do tempo, duas mulheres super sorridentes me cumprimentaram. Entrei e mais sorrisos, tantos que me fizeram sentir vontade de retribuí-los.

    A igreja era enorme por dentro e bem-acomodada. As luzes clareavam tudo e as câmeras espalhadas por todo o recinto registravam aquela interessante manifestação de fé. Na parte elevada, o altar, tinha um púlpito transparente de onde um homem estava falando. Ele era branco, magro, meio grisalho, de estatura aparentemente mediana e falava com um sotaque carioca. Suas palavras eram as mais profundas que eu havia escutado na vida.

    Os cânticos também eram lindos! Chorei feito criança, e não era um choro de tristeza, era de pura emoção. Aquela boa sensação que tive foi a minha certeza: ali realmente era o meu lugar.

    Após ouvir o belíssimo discurso, reafirmei minha fé espontaneamente e decidi não mais vacilar naquele caminho. Quando a reunião terminou, percebi em meu interior certa alegria diferente; por fim, eu não estava mais deprimida.


    [1] Conservatoire de Musique de Genève é o Conservatório de Música da cidade de Genebra, na Suíça, o primeiro do país, que foi fundado em 1835, por François Bartholoni.



    Bem, a postagem ficou longa. Quem gosta de romance pode continuar lendo no blog, onde postei sete capítulos. Wink


    Última edição por Isie Fernandes em Sab Set 03, 2011 1:33 am, editado 6 vez(es) (Razão : Atualização do tópico)
    avatar
    gisasantanna

    Mensagens : 299
    Data de inscrição : 03/04/2010
    Idade : 25
    Localização : Sao paulo

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por gisasantanna em Qui Abr 29, 2010 11:32 am

    oi Isie, dei uma passada aki depois que vc comentou que tinha postado algo aqui,
    que bom que colocou o seu livro por aqui, acho que vou colocar o meu (nao tenho ctz, pq tamem nao é fantastico)
    vim primeiramente pra saber se era aquele projeto que voce comentou no outro forum..rsrsrs
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qui Abr 29, 2010 12:39 pm

    Hahaha! Leonardo me disse que podemos postar aqui - no "Lá de Volta Outra Vez", conversa fiada. Então, mãos à obra!
    Vou enviar pra você, quem sabe posto aqui também. Inclusive, já tinha comentado sobre o projeto "Paralelo" lá no "Conversa Fiada". É que está tão verdinho... Só tenho dois capítulos.
    avatar
    gisasantanna

    Mensagens : 299
    Data de inscrição : 03/04/2010
    Idade : 25
    Localização : Sao paulo

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por gisasantanna em Qui Abr 29, 2010 1:08 pm

    nossa. ja li, minina, oque é isso ???
    fiquei Paaasma com a diferença das historias, kkkk . mto boa (as duas) , porém esse pouco de 'paralelo' ja me deixou sem folego.
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qui Abr 29, 2010 1:53 pm

    Que bom, Gisa! Fico contente que tenha gostado, os estilos são mesmo diferentes... Enviei o prólogo pro Léo também, quero saber a opinião do "ferinha". Hehe!
    Mandei o segundo capítulo pra você dar uma lida. Está super cru, mas é bom que já recebo um comentário. Smile

    Leonardo Schabbach
    Admin

    Mensagens : 879
    Data de inscrição : 20/02/2010
    Idade : 30
    Localização : Rio de Janeiro

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Leonardo Schabbach em Qui Abr 29, 2010 2:28 pm

    Lerei as coisas e vou postando o que acho aqui. Tá difícil só de ler as coisas da galera pq, agora com a antologia, já começa a receber e ler contos.


    _________________
    Confira o Na Ponta dos Lápis: meu blog com tudo sobre literatura.

    E leia também o projeto O Legado, uma história de fantasia.
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qui Abr 29, 2010 2:36 pm

    Eu entendo, fique tranquilo. Wink
    avatar
    gisasantanna

    Mensagens : 299
    Data de inscrição : 03/04/2010
    Idade : 25
    Localização : Sao paulo

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por gisasantanna em Qui Abr 29, 2010 2:36 pm

    ée leo. as coisas tao crescendo por aqui. rs
    e eu que achava (antes de entrar nos foruns) que eu era a unica maluca que queria escrever um livro tao jovem. kkkk
    avatar
    Luizdreamhope

    Mensagens : 106
    Data de inscrição : 22/02/2010
    Idade : 27
    Localização : Rio de Janeiro

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Luizdreamhope em Qui Abr 29, 2010 4:43 pm

    Bom, vou postar a minha história aqui também, em breve. Isie, pode deixar que ainda lerei a sua.
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qui Abr 29, 2010 5:06 pm

    Valeu, Luiz! Vou aguardar pelos comentários. Wink
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qui Maio 06, 2010 3:57 pm

    Pesoal, mais uma postagem no blog!

    Capítulo 5 - Toque Blanche (Parte I)

    Aguardo pelos comentários, boa leitura!
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Maio 12, 2010 2:40 am

    Pessoal, sei que a semana foi pesada pra todo mundo, mas, ainda assim, decidi manter a postagem. O blog já foi atualizado e mais um trecho do livro está disponível.

    Capítulo 5 - Toque Blanche (Parte II)

    A próxima postagem, Capítulo 5 - Toque Blanche (Parte III), será no dia 19/05/2010.

    Obrigada, boa leitura! Wink

    Leonardo Schabbach
    Admin

    Mensagens : 879
    Data de inscrição : 20/02/2010
    Idade : 30
    Localização : Rio de Janeiro

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Leonardo Schabbach em Qua Maio 12, 2010 12:46 pm

    Tem até data, hehe.


    _________________
    Confira o Na Ponta dos Lápis: meu blog com tudo sobre literatura.

    E leia também o projeto O Legado, uma história de fantasia.
    avatar
    Luizdreamhope

    Mensagens : 106
    Data de inscrição : 22/02/2010
    Idade : 27
    Localização : Rio de Janeiro

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Luizdreamhope em Qua Maio 12, 2010 3:05 pm

    Parece até ficção que a gente espera a semana todo pra baixar. kkkkk
    Bom, acho que vou lá ler mais um cap.
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Maio 12, 2010 3:14 pm

    Espero que essa sensação seja boa. Alguns leitores ficam cobrando a postagem e acho chato fazê-los esperar sem previsão.

    Obrigada, Luiz. Também tô devendo uma nova visitinha ao seu blog. Eu li a sinopse e o prólogo, faltou o primeiro capítulo. Faço isso à noite, pois tenho avaliação... Hehe!

    Grande abraço pr'ocês! Laughing
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Maio 19, 2010 1:10 am

    Oi, gente! Já atualizei o blog.

    Capítulo 5 - Toque Blanche (Parte III)

    A conclusão do capítulo será postada no dia 26/05/2010. Caso o movimento no blog seja maior, poderei postar antes do previsto.
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Maio 26, 2010 3:24 am

    Pessoal, a última parte do quinto capítulo de Entre a Fé... já está postada.

    Capítulo 5 - Toque Blanche (Parte IV)

    Na próxima semana, dia 02/06/2010, postarei o Capítulo 6.

    Obrigada pelo apoio. Wink
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Jun 02, 2010 2:12 pm

    Mais um capítulo postado, um texto pequeno, acompanhado de uma pequena e engraçada história - essas coisas sempre acontecem comigo (hahaha!). Suspect

    Capítulo 6 - Ele e ela

    A próxima postagem, Capítulo 7 - M42, será no dia 09/06/2010.

    Valeu, pessoal! Smile
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Jun 09, 2010 3:20 am

    Apenas avisando a nova postagem.

    Capítulo 7 - M42 (Parte I)

    A conclusão desse capítulo será no dia 16/06/2010.

    Valeu! Smile
    avatar
    Luizdreamhope

    Mensagens : 106
    Data de inscrição : 22/02/2010
    Idade : 27
    Localização : Rio de Janeiro

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Luizdreamhope em Qui Jun 10, 2010 8:35 pm

    Hm, peço desculpas pelo atraso na leitura. Em breve tentarei ler os demais.
    avatar
    Isie Fernandes

    Mensagens : 516
    Data de inscrição : 04/03/2010
    Idade : 35
    Localização : Bahia

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Isie Fernandes em Qua Jun 16, 2010 9:55 am

    Olá, pessoal!

    Hesitei bastante se colocaria a postagem dessa semana. Reconheço que muitos, inclusive eu, estão encarando o final do semestre - e finais de semestres são sempre pesados. Por fim, resolvi postar a segunda parte do capítulo. É um trecho curtinho e divertido, espero que gostem e deixem suas impressões. Para quem ainda não conhece o meu trabalho, recomendo que clique AQUI e conheça todos os capítulos do livro.

    Capítulo 7 - M42 (Parte II)

    Mais uma vez, muito obrigada e boa leitura! Wink


    Luiz.

    Valeu!

    Conteúdo patrocinado

    Re: [Isie Fernandes] Entre a Fé, a Razão e o Coração

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Dom Dez 17, 2017 6:57 am